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Duas fazendas são ocupadas no sul da Bahia por trabalhadores Sem Terra


Munidos de suas ferramentas de trabalho, cerca de 100 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra ocuparam, na madrugada deste último domingo (10), a fazenda Conjunto Presente, de 301 ha, em Una, e a fazenda Alto da Aliança, de 704 ha, em Arataca. 

Localizadas no sul da Bahia, os trabalhadores afirmam que as áreas estão abandonadas e com poucos funcionários.

“Nossa região é grande produtora de cacau e de diversas culturas da Mata Atlântica. Porém, com a chegada de algumas pragas, como a vassoura de bruxa na produção cacaueira, muitos latifúndios faliram por conta do monocultivo”, explica Neide Assunção, do MST. 

Povos Tupinambá sofrem despejo violento e têm lideranças presas de forma arbitrária


Nesta quinta-feira (07/04), os Povos da Aldeia Tupinambá Serra do Padeiro sofreram um violento despejo em suas terras ancestrais.

De forma truculenta e com total desrespeito, a Polícia Federal de Ilhéus, prendeu duas lideranças: o Cacique Babau e seu irmão, José Aelson.

Povos do campo e cidade se posicionam contra o golpe, a mídia e o capitalismo internacional


Neste último domingo (20/3) a Teia dos Povos, formada por homens e mulheres do campo, da floresta e das cidades, negros e negras, LGBT, crianças e juventude, anciãs e anciãos, indígenas, quilombolas e povos de terreiro, assinaram o Manifesto da Teia dos Povos à Sociedade Brasileira. 

Com o objetivo de ser um instrumento de diálogo com a sociedade acerca do atual cenário político, o documento aponta a necessidade de construir lutas contra as constantes ameaças à democracia brasileira promovida pela elite, associada às mídias e a serviço do capitalismo internacional.

Famílias Sem Terra são despejadas e violentadas por pistoleiros no Sul da Bahia


Na madrugada desta ultima segunda-feira (6/7) 11 pistoleiros, fortemente armados, invadiram o acampamento da fazenda Conjunto São Manoel, em Uruçuca, e espancaram 38 famílias utilizando chicotes, dentre elas, uma criança de três anos. As famílias foram despejadas e ameaçadas de morte pelos pistoleiros.
A área, com 450 hectares, foi ocupada pacificamente pelos trabalhadores Sem Terra durante a jornada de lutas no dia 18 maio. A proprietária Marama Melo Badaró, desde o inicio do processo de negociação, se colocou a disposição para destinar a propriedade a fins de Reforma Agrária.