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Sem Terra reafirmam o compromisso de permanecerem mobilizados pela democracia e Reforma Agrária


Na tarde dessa última sexta-feira (22/04), 4 mil trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra realizaram uma assembleia de análise do atual cenário político e de unidade popular, para reafirmarem o compromisso de continuar mobilizados em defesa da democracia, da Reforma Agrária e contra o golpe. 

As atividades aconteceram durante a ocupação da Secretaria de Planejamento (Seplan) e da Fazenda, que funcionam a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), onde estão desde a última terça-feira (19/04).

Reunindo representações de partidos da esquerda, movimentos e organizações populares, a assembleia trouxe nas místicas e intervenções a necessidade de avançar na luta contra a violência no campo e o golpe, liderado pela direita no Congresso Nacional.

BRs são fechadas em repúdio ao golpe e a violência no campo

Nesta última segunda-feira (18), mais de 1500 trabalhadores Sem Terra realizaram o fechamento de BRs, em diversas cidades do interior baiano, dando continuidade ao processo de lutas em defesa da democracia e contra o golpe, que teve início na tarde do dia 16, no Farol Barra, Salvador.

Os trancamentos das rodovias começaram pela BR 101, que foi paralisada em três localidades. Primeiro, entre Teixeira de Freitas e Itamarajú, em seguida entre Itabela e Itamaraju, e na altura do km 694, nos municípios de Eunápolis e Itagimirim. 

A BR 242, também foi trancada entre Barreira e Luiz Eduardo Magalhães.

Em ato ecumênico, trabalhadores pedem justiça ao massacre de Eldorado dos Carajás


“Só se é permitido descansar, quando a luta dos nossos mortos se realizarem por inteira. Por inteira. Não pela metade. Por inteira”, foram as palavras que inspiraram as atividades realizadas, na tarde desse domingo (17), durante um Ato Ecumênico, na Vigília em Defesa da Democracia e Contra o Golpe, no Farol da Barra, Salvador. 

Cerca de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras participaram do ato que reuniu representantes das religiões de matriz africana, evangélica, católica e budista. 

O ato relembrou o massacre ocorrido em Eldorado dos Carajás, no Pará, onde 19 trabalhadores rurais Sem Terra foram assassinados. Após a chacina, dois morreram por sequelas da violência. Somando um total de 21 mortes.

Ato ecumênico reuni diversas religiões em memória a Carajás, no Farol da Barra


Em ato de unidade, solidariedade e denuncia ao massacre de Eldorado dos Carajás, onde 21 trabalhadores Sem Terra foram mortos pela força policial, no dia 17 de abril de 1986, diversas representações religiosas se reúnem, às 15 horas, no Farol da Barra, em Salvador.

Além disso, o ato faz parte da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Democracia e Contra e Golpe puxada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reuni diversos movimentos e organizações populares.

Com o objetivo de relembrar o massacre de Eldorado a partir de intervenções artísticas e falas dos representantes religiosos, o ato será mais um espaço de repúdio a violência no campo.

“Vamos fechar a BR 324 sem previsão de liberação”, afirma dirigente


Mais de 5 mil trabalhadores Sem Terra estão sendo esperados, neste sábado (16), no KM 20, da BR 324, para realizar um grande Ato Político em Defesa da Reforma Agrária.

Em Coletiva de Imprensa, realizada nessa sexta-feira (15), no Campo Grande, no centro de Salvador, Evanildo Costa, da direção nacional do MST, disse que o Movimento estará nas ruas defendendo a democracia e pautando a reforma agrária. 

“Para isso, vamos fechar a BR 324 sem previsão de liberação”, destacou o dirigente.

Por outra política econômica, UEFS realiza ato em defesa da democracia


A comunidade acadêmica da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) realiza nesta quarta-feira (31/03), no Anfiteatro, do módulo 2, um grande ato por outra política econômica e em defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora. 

As atividades contarão com a participação de diversos Movimentos Populares e organizações sociais, juristas, servidores públicos, comunidade acadêmica e da sociedade feirense, afirmando a necessidade de se construir um projeto político para o Brasil através da democracia popular.

Povos do campo e cidade se posicionam contra o golpe, a mídia e o capitalismo internacional


Neste último domingo (20/3) a Teia dos Povos, formada por homens e mulheres do campo, da floresta e das cidades, negros e negras, LGBT, crianças e juventude, anciãs e anciãos, indígenas, quilombolas e povos de terreiro, assinaram o Manifesto da Teia dos Povos à Sociedade Brasileira. 

Com o objetivo de ser um instrumento de diálogo com a sociedade acerca do atual cenário político, o documento aponta a necessidade de construir lutas contra as constantes ameaças à democracia brasileira promovida pela elite, associada às mídias e a serviço do capitalismo internacional.