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Em Salvador, movimentos e organizações populares realizam ato contra Globo



Denunciando a rede Globo como um dos maiores monopólios de comunicação no Brasil e apontando sua linha editorial como base golpista, por tramar a derrubada da presidenta Dilma Rousseff, democraticamente eleita, a Frente Brasil Popular, Povo Sem Medo e o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) convocaram nesta última terça-feira (03/05), os movimentos e organizações populares a ocuparem as ruas na quinta-feira (05/05).

O espaço de concentração será no Campo Grande, no centro de Salvador, às 16 horas, e os manifestantes seguirão em passeata até a sede da TV Bahia, correspondente da rede Globo, localizada no bairro da Federação.

Contra a impunidade, Sem Terrinha denunciam a violência no campo


O mês de abril no estado da Bahia foi marcado por várias mobilizações, no campo e na cidade, denunciando a violência e pedindo justiça ao massacre de Eldorado dos Carajás e ao assassinato do Sem Terra Fábio Santos.

Pensando nisso, cerca de 200 Sem Terrinhas, estudantes da Escola Fábio Henrique, no Assentamento Lagoa e Caldeirão, em Vitória da Conquista, realizaram nessa última terça-feira (03/05) uma marcha contra os três anos de impunidade do assassinato de Fábio. Tendo em vista, que as investigações estão paradas e até então, ninguém foi preso. 

Durante ato político com Dilma, milhares de trabalhadores dizem não ao golpe

Mais de 1.500 Sem Terra se somaram a milhares de trabalhadores na manhã dessa terça-feira (26/04) em um Ato Político de Inauguração do Residencial Coração de Maria e Lagoa da Paixão, onde a presidenta da república, Dilma Rousseff, marcou presença com uma comitiva de representações políticas estaduais e nacionais.


O conjunto residencial está localizado no município de Simões Filho, e possui 2.800 habitações financiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida. 

Na oportunidade, diversos gritos de ordem vinham da plenária denunciando o golpe através do processo de impeachment, que tramita no congresso nacional, e em defesa da democracia. 

Durante ocupação, a formação política e atividades culturais movimentam o acampamento

Oficina sobre questão agrária
Após ocupação realizada nesta última terça-feira (19) à Secretaria de Planejamento (Seplan – CAB), os Sem Terra utilizam o acampamento como ferramenta de formação e organização dos trabalhadores e trabalhadoras.

São mais de 4 mil pessoas acampadas, enquanto esperam o governador Rui Costa dá uma resposta a pauta de reivindicação, que a mais de um ano está travada.

“Para mim, o MST simboliza liberdade”


Com 18 anos de luta pela terra, a trabalhadora Sem Terra Creuza da Conceição, aos 49 anos, relembra os principais episódios de sua vida e a simbologia do MST para a construção de uma sociedade emancipada. 

Ela conta sua história durante ocupação à Secretaria de Planejamento (Seplan), que fortalece a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária e mobiliza mais de 4 mil Sem Terra na capital baiana.

Moradora do Assentamento Limoeiro, localizado no município de Igrapiúna, baixo sul baiano, Creuza fala das dificuldades enfrentadas assim que conhece o Movimento e sua inserção no processo organizativo.

Sem Terra reafirmam o compromisso de permanecerem mobilizados pela democracia e Reforma Agrária


Na tarde dessa última sexta-feira (22/04), 4 mil trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra realizaram uma assembleia de análise do atual cenário político e de unidade popular, para reafirmarem o compromisso de continuar mobilizados em defesa da democracia, da Reforma Agrária e contra o golpe. 

As atividades aconteceram durante a ocupação da Secretaria de Planejamento (Seplan) e da Fazenda, que funcionam a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), onde estão desde a última terça-feira (19/04).

Reunindo representações de partidos da esquerda, movimentos e organizações populares, a assembleia trouxe nas místicas e intervenções a necessidade de avançar na luta contra a violência no campo e o golpe, liderado pela direita no Congresso Nacional.

Juventude Sem Terra realiza luau pela democracia durante ocupação na capital baiana



"Vem galera. Vem pro luau. A juventude tá armando! Vem! Vem que é legal". 

Foi com esse clima de animação, descontração e luta contra o conservadorismo e a ofensiva reacionária no processo de impeachment à presidenta Dilma Rousseff, que a juventude Sem Terra realizou, na noite dessa última quarta-feira (21/04), um Luau pela Democracia. 

As atividades aconteceram durante a ocupação da Secretaria de Planejamento (Seplan) e da Fazenda, que funcionam a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), onde mais de 4 mil Sem Terra estão desde a última terça-feira (19/04).

“A universidade está pintada de povo, de luta e resistência”


A Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi pintada de povo, de luta e resistência histórica da classe trabalhadora “com a presença do MST”, afirmou a professora Celi Taffarel, nessa última quarta-feira (20), durante atividade de formação política e unidade popular. 

Com o tema “Reforma Agrária e violência no Campo: 20 anos do massacre de Eldorado dos Carajás”, a reitoria da UFBA foi ocupada por 600 pessoas, dentre elas, 500 Sem Terra, para debater o atual cenário político e denunciar os altos índices de violência no campo. 

Em repúdio ao descaso com a educação do campo, Sem Terra montam sala de aula em Secretaria


Na manhã dessa quarta-feira (20), cerca de 4 mil trabalhadores Sem Terra montaram uma sala de aula na Secretaria de Educação para denunciar o descaso e a morosidade do órgão público e do Governo do Estado em atender as pautas de reivindicações entregues a mais de um ano. 

Com lápis, caneta, facão e estendendo uma lona preta na frente da secretaria, o MST pauta a construção de novas escolas e reivindica melhores estruturas às já existentes.

Essas demandas fazem parte de uma pauta construída e entregue no ano passado e que o Governo do Estado não cumpriu. 

BRs são fechadas em repúdio ao golpe e a violência no campo

Nesta última segunda-feira (18), mais de 1500 trabalhadores Sem Terra realizaram o fechamento de BRs, em diversas cidades do interior baiano, dando continuidade ao processo de lutas em defesa da democracia e contra o golpe, que teve início na tarde do dia 16, no Farol Barra, Salvador.

Os trancamentos das rodovias começaram pela BR 101, que foi paralisada em três localidades. Primeiro, entre Teixeira de Freitas e Itamarajú, em seguida entre Itabela e Itamaraju, e na altura do km 694, nos municípios de Eunápolis e Itagimirim. 

A BR 242, também foi trancada entre Barreira e Luiz Eduardo Magalhães.

Durante jornada de lutas, Secretarias são ocupadas por Sem Terra na Bahia


“A mais de um ano a pauta de reivindicação foi entregue e nada andou. Os processos estão travados”, afirma a direção do MST, durante ocupação realizada na manhã dessa terça-feira (19) à Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), onde funcionam a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

Os trabalhadores estavam acampados na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e em marcha pelo Centro Administrativo da Bahia (CAB), denunciaram a morosidade dos órgãos públicos em executar a Reforma Agrária. 

Sem Terra levam mística e resistência para Sessão Especial na ALBA


Com bandeiras e punhos erguidos, cerca de 4 mil trabalhadores Sem Terra marcharam, na manhã dessa segunda-feira (18/04), pelo Centro Administrativo da Bahia (CAB), em direção a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), para participar de uma Sessão Especial em memória ao Massacre de Eldorado dos Carajás. 

Os trabalhadores estão com acampamento montado no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) desde a madrugada, onde entregaram uma pauta de reivindicação. 

A sessão especial foi puxada pelo gabinete do deputado estadual Bira Corôa, em parceria com a direção do MST e contou com a participação de diversas representações políticas, de movimentos e organizações populares.

Em ato ecumênico, trabalhadores pedem justiça ao massacre de Eldorado dos Carajás


“Só se é permitido descansar, quando a luta dos nossos mortos se realizarem por inteira. Por inteira. Não pela metade. Por inteira”, foram as palavras que inspiraram as atividades realizadas, na tarde desse domingo (17), durante um Ato Ecumênico, na Vigília em Defesa da Democracia e Contra o Golpe, no Farol da Barra, Salvador. 

Cerca de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras participaram do ato que reuniu representantes das religiões de matriz africana, evangélica, católica e budista. 

O ato relembrou o massacre ocorrido em Eldorado dos Carajás, no Pará, onde 19 trabalhadores rurais Sem Terra foram assassinados. Após a chacina, dois morreram por sequelas da violência. Somando um total de 21 mortes.

Ato ecumênico reuni diversas religiões em memória a Carajás, no Farol da Barra


Em ato de unidade, solidariedade e denuncia ao massacre de Eldorado dos Carajás, onde 21 trabalhadores Sem Terra foram mortos pela força policial, no dia 17 de abril de 1986, diversas representações religiosas se reúnem, às 15 horas, no Farol da Barra, em Salvador.

Além disso, o ato faz parte da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Democracia e Contra e Golpe puxada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reuni diversos movimentos e organizações populares.

Com o objetivo de relembrar o massacre de Eldorado a partir de intervenções artísticas e falas dos representantes religiosos, o ato será mais um espaço de repúdio a violência no campo.

“Vamos fechar a BR 324 sem previsão de liberação”, afirma dirigente


Mais de 5 mil trabalhadores Sem Terra estão sendo esperados, neste sábado (16), no KM 20, da BR 324, para realizar um grande Ato Político em Defesa da Reforma Agrária.

Em Coletiva de Imprensa, realizada nessa sexta-feira (15), no Campo Grande, no centro de Salvador, Evanildo Costa, da direção nacional do MST, disse que o Movimento estará nas ruas defendendo a democracia e pautando a reforma agrária. 

“Para isso, vamos fechar a BR 324 sem previsão de liberação”, destacou o dirigente.

Por um projeto feminista e popular, artistas ocupam o Campo Grande em defesa da democracia


Com cantos, poemas, danças e uma alegria contagiante, cerca de 300 mulheres realizaram na tarde dessa quinta-feira (14), um grande ato cultural e feminista denunciando a violência, defendendo a democracia e se posicionando contra o golpe. 

A ocupação aconteceu no Campo Grande, no centro de Salvador, e chamou atenção da população ao redor, que recebiam panfletos e debatiam, junto às manifestantes, a construção de um projeto popular para o país. 

Compreendendo o atual cenário político e a necessidade de estar nas ruas defendendo a democracia, Alba Cristina, artista e ialorixá, diz que “nós mulheres temos que nos unir, porque é ocupando o protagonismo, que não deixaremos o golpe acontecer”.

Educadores de Salvador se reúnem para dizer “Não ao Golpe”


“Lutar pela democracia é lutar pela afirmação de um projeto de libertação popular”, defenderam os Movimentos e Organizações Populares, que participaram na tarde dessa quarta-feira (13), de um “Ato em Defesa da Educação e da Democracia”.

A atividade aconteceu no Colégio Central, no bairro Nazaré, na capital baiana, para discutir e aprofundar o debate em torno do atual cenário político, assim como, apontar ações em defesa da democracia e contra o golpe. 

Sexta-feira terá ato em defesa da democracia em Salvador



Com a aproximação da votação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, diversas mobilizações de movimentos e organizações populares se intensificam em todo país. 

Na capital baiana, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo se unem para realizar um grande ato político e cultural em defesa da democracia, que acontece nesta sexta-feira (15), a partir das 15h, no Campo Grande.

O ato será precedido de uma entrevista coletiva à imprensa, na qual as lideranças dos movimentos estarão à disposição para falar sobre o momento político e as ações desenvolvidas em todo estado. 

Duas fazendas são ocupadas no sul da Bahia por trabalhadores Sem Terra


Munidos de suas ferramentas de trabalho, cerca de 100 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra ocuparam, na madrugada deste último domingo (10), a fazenda Conjunto Presente, de 301 ha, em Una, e a fazenda Alto da Aliança, de 704 ha, em Arataca. 

Localizadas no sul da Bahia, os trabalhadores afirmam que as áreas estão abandonadas e com poucos funcionários.

“Nossa região é grande produtora de cacau e de diversas culturas da Mata Atlântica. Porém, com a chegada de algumas pragas, como a vassoura de bruxa na produção cacaueira, muitos latifúndios faliram por conta do monocultivo”, explica Neide Assunção, do MST. 

Famílias Sem Terra ocupam fazenda improdutiva de algodão e sofrem ameaças


Mais de 260 famílias ocuparam na madrugada dessa segunda-feira (11/4) a fazenda Bial, localizada no município de Iuiu, na região São Francisco.

Produtora de um grande monocultivo de algodão e soja, a fazenda se encontra com as atividades paralisadas e “com toda produção perdida”, diz os trabalhadores Sem Terra.

O gerente da fazenda e um advogado, acompanhados por uma viatura da Polícia Militar, ameaçaram as famílias afirmando que a ocupação não poderia acontecer e que deveriam sair, a qualquer custa, da área.