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Sem Terra cobram melhorias na educação do campo


Com o objetivo de denunciar à sociedade diversas irregularidades e o descaso com a educação do campo, na manhã desta quarta-feira (30), centenas de famílias Sem Terra e os educadores da Reforma Agrária ocuparam a Prefeitura Municipal do Prado. 

De acordo com as famílias, são inúmeras as dificuldades enfrentadas para garantir o acesso à educação nos assentamentos e acampamentos. 

Para Alane Queiroz, educadora, desde 29 de fevereiro, quando começou o ano letivo, não está tendo transporte escolar e os alunos do ensino fundamental 2 não estão estudando.

Mais de mil mulheres ocupam fazenda autuada por trabalho escravo


Na madrugada deste sábado (5/3), cerca de 1.300 Trabalhadoras Sem Terra ocuparam a fazenda Pingueira, do Grupo União Industrial Açucareira (UNIAL), no município de Lajedão, Extremo Sul da Bahia. Na área existe um monocultivo de cana-de-açúcar que estava interrompido por diversas denúncias de trabalho escravo.

A usina UNIAL foi autuada em flagrante, em novembro de 2015, pelo Grupo Especial de Erradicação do Trabalho Escravo (GEETRAE). Na ocasião, foram encontrados 330 trabalhadores, cortadores de cana, em situação de trabalho análogo ao escravo.

As mulheres denunciam as empresas transnacionais, chamando a atenção da sociedade ao modelo destrutivo do agronegócio para o meio ambiente, à soberania alimentar do país e a vida da população brasileira. 

“A produção de alimentos saudáveis é uma arma contra o agronegócio”, afirmam os trabalhadores


Entre os dias 27 e 28/02, cerca de 320 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, das brigadas Ernesto Che Guevara e Elias Gonçalves de Meura, realizaram mais um espaço de estudo, planejamento e articulação com o tema “Agroecologia, uma luta de todos”.

As atividades aconteceram no Pré Assentamento Margaridas Alves, localizado no município de Itabela (BA), e cumpriu o objetivo de fortalecer o debate acerca da produção agroecológica nos assentamentos e acampamentos, considerando os diferentes contextos sociais, ambientais e culturais da região.

Para os Sem Terra, a produção de alimentos saudáveis é uma arma política contra o agronegócio e precisa ser construída e debatida pela sociedade como um todo.

Estudantes em Saúde participam de vivência nas áreas de Reforma Agrária


Por coletivo de comunicação do VER-SUS

Entre os dias 18 e 28/02 foi realizado o programa de Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde (VER-SUS), na Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto, em Prado, no Extremo Sul da Bahia.

Com o objetivo de formar e abordar os âmbitos políticos, sociais e ambientais na saúde e na agroecologia, o VER-SUS, em 2016, contou com a participação de 43 estudantes e sete facilitadores. 

Sem Terra inauguram escola e homenageiam Hugo Chávez


Neste último sábado (20/02), cerca de 450 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra realizaram um ato simbólico e místico na inauguração da Escola Municipal Comandante Hugo Chávez, localizada no Pré Assentamento Hugo Chávez, em Medeiros Neto, no Extremo Sul da Bahia.

A escola foi construída com os recursos das famílias do pré assentamento e pretende atender aproximadamente 130 crianças e adolescentes nas modalidades de educação infantil, ensino fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O ato de inauguração criou um ambiente místico apontando o esforço coletivo das famílias, que em apenas em três anos, debateram a necessidade e construíram a escola.

Sem Terra investem em formação frente as crises do capital


A estruturação da sociedade burguesa, as crises cíclicas do capital e os instrumentos de alienação e exploração utilizados contra a classe trabalhadora, foram alguns dos temas debatidos e aprofundados durante o Encontro Intersetorial das brigadas Olga Benário e Nelson Mandela, no Extremo Sul da Bahia.

As atividades aconteceram entre os dias 15 e 16/02, no Acampamento Egídio Brunetto, em Prado, e contou com a participação de 350 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, assentados e acampados na região.

Sem Terra denunciam mais um latifúndio improdutivo no extremo sul baiano


Nesta sexta-feira (19/02), cerca de 120 famílias Sem Terra ocuparam a fazenda Changrilá, de 1.400 hectares, localizada no córrego Bom Sucesso, em Jucuruçu, no Extremo Sul baiano. 

O latifúndio ocupado faz parte de um conjunto de fazendas que Álvaro Pereira Filho, proprietário, mais conhecido como Álvino Para Todos, possui nas regiões de Itanhém e Jucuruçu.

De acordo com as famílias, os latifúndios de Álvino não cumprem sua função social, principalmente numa região onde existem centenas de famílias desempregadas e em busca de terra para produzirem alimentos.

Educação do Campo é pautada como base para fortalecer a agroecologia


Com objetivo de fortalecer a educação do campo como ferramenta para construção da agroecologia na brigada Aloísio Alexandre, foi realizado entre os dias 13 e 14/02 mais um encontro intersetorial na região do Extremo Sul baiano. 

Desta vez, o encontro aconteceu no Assentamento Paulo Freire, em Mucuri, e contou com a participação de 80 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, assentados e acampados. 

Um dos pontos de destaque nas discussões foi o fortalecimento da campanha permanente “MST pela vida. Agrotóxico zero”, que está mobilizando trabalhadores em todo estado em defesa da produção agroecológica e alimentação saudável. 

Por uma educação de qualidade, educadores apontam os desafios para o ano


Com o tema “Educação com agroecologia. Transformando a prática educativa”, foi realizada nos dias 11 e 12/02 a 2º Jornada Pedagógica da Brigada Elias de Meura, na Escola Municipal Paulo Freire, no Assentamento Luis Inácio Lula da Silva, em Santa Cruz Cabrália (BA).

Para Maria Gil, da coordenação do setor de educação da brigada, a jornada pedagógica é um momento importante, pois permite que vários autores como os educadores, diretores e coordenadores possam discutir e planejar o novo ano letivo.

“É importante, mais uma vez, ressaltarmos que a educação e a formação são políticas estratégicas dentro de nossa concepção de desenvolvimento social. Qualquer transformação mais expressiva da sociedade e em setores sociais específicos que buscam uma valorização de sua identidade tem na educação um dos seus mais fortes alicerces”, explicou Gil.

Produção agroecológica é tema dos encontros intersetoriais no extremo sul


Nos dias 11 e 12/02 cerca de 180 trabalhadoras e trabalhadores Sem Terra da Brigada Joaquim Ribeiro deram início a Jornada de Encontros Intersetoriais no Extremo Sul da Bahia.

O encontro foi realizado no Assentamento Rosa do Prado, em Prado, e trouxe o objetivo de fortalecer a construção da agroecologia como ferramenta primordial na defesa da Soberania Alimentar e de enfrentamento ao modelo de produção do capital. 

Bloco de carnaval do MST ocupa as ruas do Prado no extremo sul



Nesta terça-feira (09/02), cerca de 1 mil trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra desfilaram no Bloco de Carnaval “MST Folia” pelas ruas do Prado, no extremo sul da Bahia. 


Com o objetivo de denunciar as contradições sociais, ambientais e econômicas provocadas pelo modelo do agronegócio, o bloco dialogou com a sociedade a partir das músicas, cartazes e banners, que defendiam a soberania alimentar e a produção de alimentos sem veneno.

Na Bahia, bloco de carnaval denuncia os impactos dos agrotóxicos


Após levar centenas de pessoas às ruas do Prado, no extremo da Bahia, durante o carnaval de 2015, o MST pretende construir neste ano um dos maiores blocos de carnaval do interior baiano, aumentando o número de participantes e pautando a Reforma Agrária Popular. 

Com o tema “MST pela vida, agrotóxico zero”, o bloco de carnaval acontecerá nesta próxima terça-feira (09/02) e percorrerá as principais ruas do centro da cidade do Prado. 

Um dos objetivos é apresentar com músicas e gritos de ordem o programa de Reforma Agrária construído pelos trabalhadores e trabalhadoras, pautando ainda, a luta pela terra e denunciando os impactos dos agrotóxicos à sociedade.

Cavalgada popular reúne trabalhadores do campo e da cidade


Na tarde deste último sábado (16/01), cerca de 650 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra realizaram a 1º Cavalgada do Pré Assentamento Herdeiros do São João, em Prado, no Extremo Sul da Bahia. 

Com objetivo de fortalecer a unidade entre os trabalhadores do campo e da cidade, participaram da cavalgada moradores dos municípios de Itamaraju, Caravelas, Teixeira de Freitas  e Alcobaça.

A atividade teve início na comunidade de Oiteiro e percorreu 14 km, passando por algumas comunidades rurais até chegar no assentamento. 

Famílias reocupam latifúndio improdutivo no Extremo Sul da Bahia


Na madrugada dessa quarta-feira (07/01) cerca de 100 famílias Sem Terra reocuparam a Fazenda Planície, com 600 ha, de José Afonso dos Santos, em Itanhém, no Extremo Sul da Bahia.

Com a ocupação, os trabalhadores denunciam, perante a sociedade e aos órgãos públicos, que o latifundiário possui várias fazendas no município que não cumprem sua função social. 

Além disso, pautam a desapropriação da área para fins de Reforma Agrária, exigindo maior agilidade por parte do governo e cobrando a realização do processo de vistoria da área. 

Trabalhadores denunciam os impactos ambientais provocados pela Suzano ao Rio Mucuri


Trabalhadores do campo e da cidade da região do Vale do Rio Mucuri realizaram nesta última segunda-feira (21/12) uma Audiência Pública, com representantes da empresa Suzano Papel e Celulose, para tratar dos danos provocados pelo uso industrial das águas do Rio, na cidade de Mucuri, no extremo sul da Bahia.

A audiência contou com a participação de diversos Jovens Sem Terra, pescadores, marisqueiras, empresários, funcionários públicos e representantes de órgãos governamentais, como o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Agência Nacional das Águas (ANA).

Com o tema “O Rio Mucurí precisa Viver” e o lema “Enquanto o rio viver o ser humano será imortal”, a audiência provocou um debate em torno dos impactos sofridos pelo rio e a responsabilidade das transnacionais de eucalipto na região, em especial a empresa Suzano.

No Extremo Sul da Bahia, Sem Terra analisam a conjuntura sociopolítica


Cerca de 500 Sem Terra, assentados e acampados, realizam entre os dias 16 e 18/12 o 28° Encontro Regional do MST no Extremo Sul da Bahia, em Porto Seguro.

O encontro tem objetivo de avaliar as ações realizadas durante o ano de 2015, estudar o atual cenário político, realizar um planejamento para enfrentar os desafios colocados à classe trabalhadora e traçar novas perspectivas para 2016.

Para isso, os trabalhadores estão construindo um balanço político da regional com apresentação dos resultados alcançados na região e um profundo debate sobre a Reforma Agrária Popular e o método de direção.

Na Brigada Che, Sem Terra defendem a agroecologia


Entre os dias 05 e 06/12, cerca de 250 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra participaram do Encontro da Brigada Che, em Itabela na região do descobrimento, no extremo sul baiano.

Com objetivo de fomentar o processo de formação, analisar a conjuntura no atual cenário político e avaliar os desafios organizativos apresentados a classe trabalhadora, o encontro construiu linhas de atuação para o próximo período de luta. 

Curso de formação para educadores do campo fortalece a luta pela erradicação do analfabetismo


Na terceira e última etapa do Curso de Formação para Educadores do Campo na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) realizado entre os dias 19 e 21/11, o MST  construiu um Ato de Formatura em comemoração e homenagem aos 50 educadores do Movimento.

A etapa aconteceu na Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto, no Prado, extremo sul baiano. 

O curso de formação cumpriu o objetivo de construir novas metodologias de ensino de acordo com a realidade das famílias camponesas, a fim de diminuir a evasão escolar e dar seguimento na meta de erradicação do analfabetismo.

Trabalhadores Sem Terra mobilizam o extremo sul da Bahia pela produção de alimentos saudáveis

Encontro da Brigada Joaquim Ribeiro
Entre os dias 19 e 21/11, cerca de 620 trabalhadoras e trabalhadores Sem Terra realizaram paralelamente os encontros das brigadas Joaquim Ribeiro e Olga Benário, nos municípios do Prado e Itamaraju, no extremo sul baiano.

Os encontros cumpriram o objetivo de fomentar o processo de formação, as formas de cooperação na produção agroecológica e, em especial, provocar uma mudança na qualidade de vida e na produção de alimentos sem agrotóxicos.

Compreendendo cada ponto como desafios coletivos para o ano de 2016.

Agroecologia é apontada como modo de vida que respeita o ser humano e a natureza


Cerca de 350 trabalhadores Sem Terra realizaram entre os dias 16 e 17/11 o 3º Encontro da brigada Nelson Mandela, em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia.

Através das místicas, intervenções e rodas de conversa, o encontro cumpriu o objetivo de fortalecer a identidade Sem Terra e avançar na construção da agroecologia, como um instrumento de enfrentamento ao agronegócio e de construção da Reforma Agraria Popular.