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Famílias Sem Terra são feitas reféns e seus barracos incendiados por pistoleiros


Na tarde desta segunda-feira (7/3) cinco pistoleiros, fortemente armados, invadiram o Acampamento 25 de Julho, em Baixa Grande, na Chapada Diamantina. As 60 famílias acampadas foram ameaçadas e feitas refém, enquanto seus pertences e barracos eram incendiados. 

De acordo com as famílias, os pistoleiros queriam despejar ilegalmente os trabalhadores e trabalhadoras acampados da fazenda Camapuã, que possui aproximadamente 2.500 hectares. O MST na região repudia este método violento e truculento “realizado a mando do proprietário da fazenda, Fred Rios Moreira”. 

As famílias vivem e produzem na área do acampamento a cerca de 1 ano e 10 meses. Elas afirmam que esta não é a primeira vez que o dono da fazenda realiza ações de despejo ameaçando a vida das pessoas.

Mulheres Sem Terra ocupam “falso projeto sustentável” de mineradora na Chapada Diamantina


“A mineração destrói, o estado faz a guerra. O sangue dos atingidos, também é sangue Sem Terra”. 

Essa palavra de ordem deu o tom de unidade na luta contra o modelo de produção, empreendido pelas mineradoras na Bahia, durante ocupação, realizada na manhã desse domingo (6/3), com mais 200 Mulheres Sem Terra em uma das áreas da Companhia de Ferro Ligas da Bahia (Ferbasa), na cidade de Planaltino.

A empresa diz que desenvolve atividades de reflorestamento com plantios de eucalipto, distribuídos em 09 municípios da Bahia: Mata de São João, Entre Rios, Araçás, Cardeal da Silva, Esplanada, Conde, Alagoinhas, Maracás, Planaltino e Aramari. 

Após lutas, Sem Terra se reúnem com os prefeitos de Utinga e Wagner


A regularização do fornecimento de energia nos assentamentos do MST na Chapada Diamantina, a construção de barragens, melhorias na estrutura das escolas do campo localizadas nas áreas, o fortalecimento da produção agrícola e a revitalização do Rio Utinga.

Estes foram os principais pontos de pauta discutidos durante reunião, realizada na manhã desta última quinta-feira (18/02), entre o prefeito de Utinga, Alberto Muniz (PSD), e uma comissão de trabalhadores Sem Terra.

A mesma pauta também foi discutida no período da tarde com o prefeito de Wagner, Natã Garcia (PSD).

Trabalhadores ocupam prefeitura em defesa do Rio Utinga


Na manhã dessa quarta-feira (17/02), cerca de 200 trabalhadores Sem Terra ocuparam a Prefeitura Municipal de Wagner, na Chapada Diamantina, apresentando uma pauta de reivindicação e rememorando os 21 anos de luta do MST na região.

A ocupação aconteceu após uma marcha realizada da entrada da cidade até o centro. No percurso os Sem Terra denunciaram as contradições do agronegócio e pautaram junto a sociedade a necessidade de os órgãos competentes realizarem a revitalização do Rio Utinga, que banha a zona rural e urbana do município.

Juventude Sem Terra realiza gincana e garante participação popular


Mais de 60 jovens Sem Terra realizaram neste último sábado (06/02) um dia de lazer e cultura com a 1º Gincana da Juventude no Assentamento São Sebastião de Utinga, em Wagner, região da Chapada Diamantina.

Diversas atividades, como: danças, poesias, músicas e apresentações do grupo de percussão Estrela da Juventude deram o tom ao espaço que propôs garantir a participação de toda juventude do assentamento e comunidades vizinhas.

Trabalhadores fecham BR e cobram revitalização do Rio Utinga


Mais de 500 trabalhadores e trabalhadoras fecharam a BR 242, próximo a Tanquinho, na manhã dessa quarta-feira (07/01) no município de Wagner, na Chapada Diamantina, reivindicando a revitalização do Rio Utinga e uma Audiência Pública com o Governo do Estado.

Os manifestantes fazem parte do MST, do Movimento de Trabalhadores Assentados, Acampados e Quilombolas (CETA) e de diversas organizações sociais do campo.

Sem Terra são ameaçados por latifundiário em Baixa Grande


Mais de 150 famílias, que estão acampadas na fazenda Camapum, de 1.900 hectares, em Baixa Grande, na região da Chapada Diamantina, estão sofrendo constantes ameaças pelo proprietário Fredison Rios. 

Nesta quarta-feira (23/12), o filho do proprietário foi ao espaço do acampamento e ameaçou que durante a noite colocaria fogo nos barracos com todos os pertences das famílias.

Os Sem Terra acusam o latifúndio de pistolagem, perseguição e denunciam a improdutividade da área. 

Na Chapada Diamantina, Sem Terra apontam a agroecologia e a educação como desafios


Com mística e animação, cerca de 200 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, assentados e acampados, realizaram entre os dias 18 e 20/12, em Itaberaba, o 20º Encontro Regional do MST na Chapada Diamantina.

Durante o encontro, os trabalhadores debateram o atual cenário político pautando, a partir da organicidade, os desafios que a classe trabalhadora possuí para o próximo período e planejaram ações para 2016. 

De acordo com Diana Lima, do setor de formação do MST, foram três dias de muito debate onde toda militância presente participou, construiu e planejou muitas lutas.